E-marketplaces

Os consumidores procuram e compram cada vez mais online. Segundo o Nielsen Connected Commerce Report 2018, entre os portugueses com acesso à internet, 94% já fizeram pelo menos uma compra online, sendo viagens, moda e bilhetes para eventos as categorias com maior procura.

O retalho tem apostado numa melhoria dos serviços associados à distribuição. A entrega de refeições em casa, por exemplo, foi a categoria que mais cresceu em Portugal de 2017 para 2018, como consequência do lançamento de e-marketplaces de serviços de entregas, como o Uber Eats ou a Glovo

O que são os e-marketplaces?    

De forma bastante sucinta, um e-marketplace é uma plataforma que tem como principal objetivo fomentar a venda de produtos na internet. A grande diferença entre o e-commerce e o e-marketplace é que no e-commerce existe uma loja online onde determinada empresa vende apenas os seus produtos (para mais informações pode ler o nosso artigo: fazer compras de pijama nunca soube tão bem). Já o e-marketplace é o local onde várias empresas se registam e vendem os seus produtos, sendo conhecido como um “shopping virtual”.

Exemplos de e-marketplaces

Existem alguns tipos diferentes de e-marketplaces dependendo do segmento do mercado que se quer abordar.

Um deles são as transações B2C, Business to Consumer, sendo o tipo mais conhecido pelo público. Neste tipo de comércio, as transações acontecem entre uma empresa e o consumidor final. Um dos exemplos mais conhecidos é a Amazon.

Por outro lado, existem os negócios Business to Business, B2B, que podem ser definidos como transações entre empresas. Um exemplo deste tipo de e-marketplace é a venda de material de escritório para empresas.

Por fim, existem os e-marketplaces Consumer to Consumer, C2C. Este modelo é baseado na economia partilhada e permite trocas diretas e mais sustentáveis entre as pessoas. Uma das plataformas mais populares e usadas é a OLX.

Vantagens na utilização de e-marketplaces

Na ótica do vendedor, além do aumento da visibilidade, notoriedade e, idealmente, das vendas da empresa, o investimento que é feito num e-marketplace é mais reduzido em comparação com canais de venda físicos. Com a utilização desta plataforma, a empresa não necessita de um site próprio e pode vender 24 horas por dia.

 Já na ótica do cliente, a possibilidade de comparar preços num único local é a principal vantagem.

Desvantagens na utilização de e-marketplaces

Para algumas empresas, o custo de participação num e-marketplace pode ser alto, pois existem taxas de adesão e gastos com comissões para transações concluídas. Além disto, avaliações menos positivas online são disseminadas mais rapidamente e podem influenciar potenciais consumidores.

Já para os compradores, um estudo do Observador Cetelem Ecommerce 2018 revela que os portugueses preferem comprar em websites de e-ecommerce das marcas em vez de e-marketplaces, devido à maior perceção de confiança e menor risco de fraude.

A Young Minho Enterprise presta serviços de criação de websites.

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