Vamos Descobrir o Marketing de Guerrilha!

 

Nos dias de hoje, somos bombardeados com um volume enorme de informação. É natural que, desta forma, fiquemos mais seletivos ao que merece o nosso tempo e atenção. Desta forma, os anúncios convencionais tornaram-se uma distração que é facilmente descartada pelo consumidor. Neste sentido surge o Marketing de Guerrilha, que é uma estratégia que se foca na publicidade criativa e pouco convencional de um produto. Este foi criado nos anos 70, pelo publicitário Jay Conrad Levinson e é inspirado nas táticas alternativas usadas na Guerra do Vietnam.

No artigo desta semana, iremos explorar esta forma de praticar o marketing e como ela resulta e impacta a mente do consumidor.

O que é o Marketing de Guerrilha?

Como já mencionado, o Marketing de Guerrilha é uma estratégia de marketing pouco convencional e, por esse motivo é, muitas vezes, mais agressivo do que outras maneiras conhecidas de divulgação. 

O nome é inspirado na Guerra do Vietnam porque, apesar de terem um exército analisado como bem menor e mais fraco, os vietnamitas conseguiram ultrapassar as suas limitações e usaram táticas de guerrilha que superaram as dos seus adversários.

Ao trazer este conceito para o mundo do marketing, a ideia passa por aumentar o impacto da ação sobre o público com a necessidade de um menor investimento.

No entanto, o marketing de guerrilha é feito de maneira a ser tão chamativo que se torna impossível de ser ignorado e cria uma impressão duradoura na mente dos clientes. O foco é esse mesmo – provocar uma reação no consumidor, de maneira a fazê-lo reavaliar os seus hábitos, prioridades e até mesmo o seu método de trabalho.

Porque é que vale a pena investir no Marketing de Guerrilha?

Esta forma de praticar o marketing tem vindo a crescer cada vez mais, já que a sua promessa é fazer mais com menos. Ainda assim, o que faz com que os seus resultados sejam tão expressivos? 

Se formos comparar um modelo de marketing de guerrilha com um modelo de marketing tradicional, as grandes diferenças entre eles não se encontram a nível técnico. Afinal, ambos contam com anúncios cujo objetivo é atrair a atenção das pessoas para o produto. Assim sendo, a principal diferença está na abordagem feita pelo modelo.

Exemplos de Marketing de Guerrilha

Para compreender a teoria mencionada no decorrer do artigo, expomos aqui alguns casos em que o marketing de guerrilha foi aplicado de forma muito bem-sucedida.

  • Coca-Cola:

A Coca-Cola é uma das marcas mais emblemáticas no que toca ao marketing de guerrilha, uma vez que as suas estratégias são relembradas sem grande esforço.

Uma das suas publicidades mais relembradas é uma que foi elaborada no Dia dos Namorados, em que a máquina de refrigerantes só funcionava quando o casal se beijava, como mostra o este vídeo.

  • Burguer King vs. McDonald’s

Estas duas empresas são oponentes de longa data e já travaram batalhas pelo domínio das táticas de marketing de guerrilha no mundo da fast food. Uma das ações mais interessantes foi levada a cabo pelo Burguer King, que enviou uma carta aberta ao McDonald’s – através de um anúncio na New York Times – propondo uma trégua. A ideia era juntar os principais hambúrgueres das duas empresas – Whopper e BigMac – e criar um único hambúrguer, chamado de McWhopper. Este hambúrguer seria vendido apenas nesse dia e num único local. Poderá ver como funcionou neste vídeo.

  • HBO:

Para promover a série The Sopranos, a HBO colocou braços falsos a sair das malas de vários táxis pela cidade de Nova York. Quando as pessoas começavam a pensar que eram cadáveres, viam o adesivo da série no para-choques.

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