Quais passos se devem seguir para elaborar a identidade visual de uma marca?

 

O alicerce do negócio e a missão que transmite passa pela marca. Na verdade, a marca é a primeira peça com a qual nos cruzamos! É indispensável admitir que se comporta como a face de todo o reconhecimento da entidade, o misto dos valores, mensagem e estratégia com a qual a vossa história se escolta, bem como a esfinge de todo o vosso reconhecimento. Em função disto, é ponderoso elaborar uma seleção pormenorizada, consciente e apelativa de uma série de elementos imprescindíveis, que serão a chave para o sucesso e estarão encarregues de mantê-la “na boca do povo”. Venham conhecê-las connosco:

 1. O Logótipo da Marca

O logótipo é a cara do projeto e é aquele pelo qual o cliente vai em busca. É todo o conjunto gráfico de mensagens que se quer transmitir aos clientes e que se comporta como a mística do negócio. Desta forma, é necessário ser icónico e memorável, além de transmitir originalidade, que possa ser facilmente análogo aos valores que a marca defende e que suscite emoções nos clientes. Sendo este o principal objetivo do logótipo, a sua construção passa pelo uso do nome da marca escrito em fonte forte, com ou sem elementos gráficos integrados. A identidade pode ainda bifurcar-se, recorrendo ao logo simples, com detalhes gráficos e imprensa apelativa da letra, mas também com a incorporação de um slogan, que deve ser embebido nas cores usadas pelo logótipo elementar.

2. A Tipografia

O emprego da tipografia como elemento de identidade visual, simboliza, similarmente, a identidade da companhia, de uma forma mais assertiva. A marca deve, portanto, recorrer a uma coleção de, no máximo, duas ou três fontes (que pode analisar, com mais pormenor, no artigo Como criar a Identidade Visual). O uso de uma variedade indescritível de fontes, seria o primeiro passo para gerar desordem e reprovação. Portanto, convém, acima de tudo, optar por algo elegante, agradável e legível. A marca pode, ainda, recorrer, contudo, às Handwriting, caracterizadas pelo seu traço clássico e leve, comumente usadas pelas marcas publicitárias, e que transmitem uma mensagem mais criativa. Efetivamente, a propensão para a escolha de uma determinada tipografia deve ser intimamente ligada com o estilo harmonizador do negócio e aquela que melhor transmite a sua mensagem.

Além de tudo, interessa elucidar que a estrutura e a hierarquia da tipografia usada deve ser o mais clara e translúcida possível, de forma a ser exequível controlar quais informações chegam, ao cliente, na vanguarda, passíveis de se monitorizar os seus processos de pensamento.

3. Paleta das cores

As cores são infindáveis, as combinações improváveis e, por vezes, incertas. Contudo, o seu emprego não se resume à combinação que é mais gostada, mas sim aquela que suscitou mais interesse e melhores impressões ao cliente, que estará do outro lado, como mero avaliador. O recomendável não será extravasar entre as três a seis cores que, como já referido, possam ir de encontro à personalidade da marca, sejam apelativas a potenciais clientes e lhes provoquem sensações. Como forma exemplificativa, os tons avermelhados chamam atenção e estimulam apetites, enquanto os azuis acalmam o olhar e presenteiam confiança. Já os tons verdes são habitualmente convergentes à natureza e o amarelo à alegria.

Em suma, a criação de uma paleta de cores garante que o olhar do cliente não é oprimido com a grande diversidade visual e não é, portanto, levado a desinteressar-se pelo produto. Porém, a marca pode sempre recorrer à elaboração, ainda que com tons conectados aos iniciais, de uma paleta de cores “secundária” para o uso em gráficos de menores dimensões ou para projetos postados, por exemplo, nas redes sociais. Uma das ferramentas que podem ser essenciais para elaborar esta paleta “secundária” é o Adobe Colors, incumbido de delinear as combinações de cores ideais para os projetos.

4. Imagens

Como já diziam os nossos avós, “uma imagem vale mais que mil palavras”! Consequentemente, a escolha das imagens certas, aparentemente idênticas e que possam ser usadas de forma consistente, é o caminho certo para se atingir o êxito. A marca pode recorrer ao uso de bancos de imagens e estruturar um projeto de pesquisa, em prol de modelos que sejam a base dos fundamentos da empresa. Por outras palavras, se uma empresa recorre a tons claros para o seu logótipo, bem como para as suas cores de tipografia, as imagens sugeridas rondavam os tons claros, em conformidade com os outros elementos da identidade visual. Ademais, e como a criatividade não tem limites, o negócio pode recorrer às suas próprias imagens, criando layouts planos para tirar fotografias a objetos de decoração, por exemplo, ou pode sempre recorrer ao estilo mais livre, com incorporação de ilustrações desenhadas à mão, que outorgarão um toque pessoal e serão tão ou mais eficazes que imagens disponíveis na Web.

5. Elementos gráficos

Após a elaboração e seleção dos elementos anteriormente descritos neste artigo, deve ter-se em consideração, agora, a incorporação de elementos secundários, com a finalidade de poder agrupar toda a sua identidade, bem como dar um toque complementar. Para isto, pode recorrer-se ao emprego de ícones, padrões, formas, linhas e até texturas, que darão o aperfeiçoamento “master” que qualquer negócio precisa.

Sem embargo, lembre-se que “o que é demais é erro”! Para poder transmitir ao cliente, a imagem de uma marca séria, profissional e, acima de tudo, fiel ao seu produto,os elementos visuais são a chave principal. São eles que constituem o negócio e, por isso, necessitam de estar estruturados e esboçados, para cada caso em específico, tendo em conta características como o seu tom de voz, mensagem, valores, os seus serviços e, o mais importante, o público-alvo que buscam atingir.

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